Trabalho De Maquiagem Da Série "A Peste 1
Beleza

Trabalho De Maquiagem Da Série “A Peste

Três indicações ao Goya pela classe de Melhor Maquiagem (por “Grupo 7”, “O Homem das mil caras” e “A ilha mínima”) asseguram a longa trajetória da jovem Yolanda Abacaxi. Mais de 40 projetos pra cinema e tv e que de imediato não deixa de doar alegrias: a série “A Peste”, em que trabalhou como tem feito a toda a hora, em todos os seus vídeos – com o bem como suíço Alberto Rodríguez.

Yolanda Abacaxi e o designer de guarda-roupa Fernando Garcia começaram no cinema, uma vez, há mais de vinte anos. “Temos feito muitos filmes juntos, sobre isto tudo as de Sevilha e assim como, já, vários de fora. Nos deixaram vídeos e vamos como o pack ibérico, Pepe Dominguez de arte, Fer pro vestiário e eu na maquiagem e cabeleireiro”, explica.

Yolanda Abacaxi formou-se no cabeleireiro e deu seus primeiros passos com a maquiagem em Sevilha, entretanto pra adquirir acessar as últimas técnicas viajou para Barcelona, para o Canadá e Os Anjos. “Sempre estou fazendo cursos, não pode ficar parada pelo motivo de os instrumentos mudam, e se você não se atualizar, vai continuar ultrapassada”, garante a Rua Sul.

Yolanda é uma profissional muito completa, por causa de além da maquiagem e cabeleireiro assim como trabalha pela caracterização dos personagens. “A maquiagem me fascina, eu pinto desde pequena e acho que tem tudo a acompanhar. O procedimento de caracterização eu também gosto, desde fazer as próteses pra tirá-las, aplicá-las… E no cabeleireiro gosto essencialmente com os projetos de data”, diz.

  • 7:30 Esse foi o vestido que levou Penelópe Cruz pra gala do Oscar
  • 1 Pin-Ups! mistura de erotismo e ingenuidade
  • Fabricação de hobby e maquetes
  • Resumiu a introdução, a qual deve ser momentâneo.–Josuejiar (discussão) 00:Trinta e sete 4 jul 2010 (UTC)
  • No que vivirías (apesar de que fosse alguns anos)

“A Peste” foi chefe de departamento e designer do Maquiador e Cabeleireiro, com Paco Rodríguez, como causador da barbeiro. Pra esta jovem, não lhe passa um parceiro citação, nota-se que o serviço em equipe é a chave pra que seus resultados sejam de peculiaridade comprovada.

“Em agosto de 2016 começamos a preparar-nos pra “A Peste”. Eu desse jeito estava grávida e assim sendo não me esquecerei desta preparação. (…) A tomada de contato com o documentarista, ir a museus, bibliotecas, pesquisar livros…”, conta Yolanda. A dificuldade pra descobrir referências, essencialmente sobre a classe baixa, dificultava teu trabalho. “A peste estava marcada para a classe muito baixa e eles em pinturas há muito insuficiente, mais por escrito. Os nobres e os ricos são os únicos que se podiam permitir esses retratos”, garante. Eles sabiam tudo a respeito da peste: os tipos, o desenvolvimento, os sintomas… A partir de textos e o apoio do documentarista. “O povo é muito desprovido, tivemos que raciocinar a pouca higiene e a doença da peste, que tem sido muito complicado.

Não havia fotos ou referências da doença em concreto, para poder representá-la tivemos que olhar pra doenças que pela aparência eram idênticos às da peste sendo algumas”, explica a responsável por maquiador e cabeleireiro de sucesso da série. Todavia a fração da alta comunidade e a nobreza, que representaram em “A Peste”, que tem sido “pouco mais” fácil de documentar, já que há mais obras pictóricas e referências pela literatura. Eu tinha maquiagem pela data?

“Bem mais do que a gente pensa e precisamente em Sevilha pelo porto e por ser a entrada de pessoas de todas as partes”, responde Yolanda Abacaxi. As mulheres da alta comunidade do século XVI usavam máscara para cílios, pó, cores… “, Logicamente, todos os produtos eram de pigmentos naturais, pós de arroz, carvões e óleos… e só chegavam às mãos dos nobres, em razão de os pobres não podiam pagar”, inclui.

por este tempo histórico, o ícone de graça que imitar era de pele clara, ter a pele morena era sinal de categoria baixa, pobreza, trabalho no campo. Em “A Peste”, de todos modos, o make-up de categoria alta vem sendo muito sutil.