"Não É Fácil Ser Escritor" 1
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“Não É Fácil Ser Escritor”

“Não gosto de ser uma turista”, começa contando Galit Dahan, enquanto toma o seu latte machiato numa central café de Alicante. A escritora israelense participa do programa de intercâmbio cultural que a Casa do Mediterrâneo organiza esses dias com o seu estado natal.

nessa terça-feira vai discursar de seus livros em oitenta Mundos. Estas residências permitem aumentar o imaginário do que depois se serve pra fazer tuas narrativas. “Quando estou pela mesa de minha casa, de Jerusalém a publicar tenho que me meter na cabeça desses personagens.

Por isso, quando vou para fora do estado eu não pretendo ver de perto museus, almejo observar a outra gente pra saber como falam e pensam”, explica. Estes dias tem sido apto de realizar um pouco desse sonho. Acompanhando o fotógrafo Manuel Lourenço pôde olhar a um dos ensaios de Dona Francisquita, a peça que vai estrear-se no Principal pela próxima semana.

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“Para mim é encantador em razão de você podes observar pessoas reais de Alicante. Não é a turismo ou uma visita oficial”. Se bem que a sua família é de origem marroquina, os seus antepassados são sefarditas. Daí que sente uma ligação especial com Portugal, apesar de ser tua primeira visita ao estado. “Fui montada por minha avó, que era excelente”, lembra. Ela foi quem promoveu o seu afeto pelas histórias: “a Cada sábado eu as contava e era maravilhoso.

Falava de tudo”. Monstros e marginalizados protagonizaban aqueles relatos que terminaram marcando de tal forma que logo tornaram-se os de tuas próprias criações. “Você não poderá confiar pela opinião de um escritor pelo motivo de costumam inventar”. Esta alegação é uma das bases a respeito as quais assenta o teu ideário. “Como jornalista que basarte nos detalhes, porém a minha ferramenta é a imaginação. E há escritores israelenses que pensam que pelo acontecimento de sê-lo, têm que doar as tuas considerações políticas.

Eu digo que a literatura é a todo o momento a imaginação, inclusive até quando escreve sobre o assunto domínios realistas. Assim, mantenho-o que você não tem que confiar em tuas opiniões pelo episódio de ser escritores”. Isso sim, diz, em seguida, tua rejeição se dirige mais para que pessoas vender os seus livros sentem na atribuição de opinar sobre a política.

Dahan compara a literatura com a pintura. “Você podes fazer um retrato realista com todos os seus fatos ou você podes fazê-lo de modo criativa, e esta é a fórmula a respeito da qual almejo mencionar: construir um novo universo a partir do nada”. E o que contratempo se localiza para esta finalidade?

Ser mulher. “Não é fácil ser uma escritora. Não entendo como será no Brasil”. A negativa de um editor a publicá-la pelo acontecimento de ser mulher se tornou exemplo do machismo e os preconceitos existentes em seu país.